sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Solidão, foge que eu te encontro ♪





É, pode ser que a maré não vire, pode ser de o vento vir contra o cais
E se já não sinto teus sinais
Los Hermanos


Convenhamos que volte e meio venho reclamar de certa companhia indesejada. Que chega sem mais nem menos, que alias, trás consigo um vazio, uma tristeza no coração, uma melancolia chata, os olhos ficam miúdos e perdidos num horizonte distante. Mas sabe por que insistis em me prosseguir? Logo, pois eu alimento essa companhia insensata, meio que viro isca. – E também Culpados há. Mas esse deletério anda ferindo muito.
Ando meio jururu, desanimada, um pouco triste, desenergizada, mistura de sentimentos de meras frustrações, que não adiantam. E cá estou sem meu
romanesco.
Aprendi a respeitar meus limites, se for pra sorrir, que ria. Se for pra chorar, que eu derrame tudo de uma vez.
Se for pra ficar quieta, fico, e não incômodo. Se for pra me ver, que venha sem mais estribeiras, venha como se nunca mais fossemos nos ver.
Se for pra dançar, cantar. Que cante antes que perca a voz ou se canse.
Se for pra me fazer feliz, me ver sorrir, querer-te contigo. -Que não demore muito, antes que eu me perca nessa solidão que é está longe de você.



Um comentário:

Infinitamente ∞ disse...

E com você? O que aconteceu?
Não gosto de ler posts assim, tão tristes!
Precisando estou aqui, bonequinha linda ^^
Fique bem, beeijos :*