segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

- Que culpa tenho?

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A paixão é uma emoção intensa convincente, um entusiasmo ou um desejo sobre qualquer coisa.
No caso, quando se liga a uma pessoa nos torna meio bobos.
Demora a chegar e quando chega...ah,foi certeiro. No alvo!
Ansiosamente o ar fica pouco nos pulmões. Deveríamos possuir três, para casos de extrema urgência.
E ga-ga-gagueira que fazemos ao trocar um simples - Oi!! hahahaha. Que ridículo, os sintomas são tão juvenis mas que infelizmente atinge todas as faixa etária.
Confesso, que ficamos alguns segundos olhando a foto dessa pessoa (Ah, sem julgamentos). É algo tão surpreendente que nos faz até fantasiar coisas.
Não sei que tipo de ataque nos dar, mas o que é aquelas mãos geladas ao ver a pessoa? E as borboletas no estômago?  E sorriso pro vento?
Não tem jeito, lá vem a paixão pegar a gente de jeito. Nos surra, dilacera tudo.
Estar apaixonado, segundo os pesquisadores, é uma forma de vício.
E que culpa temos de passar por isso?

terça-feira, 13 de setembro de 2016

O QUE VEM DEPOIS DO AMOR?

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O que vem depois do Amor?
Alguns irão achar que são choros, tristezas, raivas, desgostos. Mas não.
O que vem depois do amor é AMOR de novo.

Ele não é apenas amor quando se é um casal, quando se tem alguém pra dividir. - Não, depois do término o amor precisa e deve permanecer.
Exemplo disso é manter laços. - Sim!
Mesmo que algumas pessoas pensem, "Ah, mas isso não fará bem pra nós" , saiba que amor é isso.
Pense bem, Faria melhor a você perder o contato, fingir e excluir o que se foi sentido/vivido?
- Acho que não. Não faria nada bem, explico como:

Observe que tivemos o término, nos afastamos achando que seria cura, e agora resolvemos voltar o contato.
Saudável, com respeito de sempre, com carinho de antes. Isso é manter o amor mesmo após o fim.
É manter o cuidado de um simples "como tá sua vida?", Permanecer cuidando mesmo de longe um do outro.
É desejar felicidade no próximo (mesmo não sendo com você). É vê-lo bem feliz!
Se a gente corta laços por quem já namoramos, é porque nunca foi amor. Não faz falta alguma! Ai sim, saberemos se amamos aquela tal pessoa.

Quando foi uma relação importante não perde valor com o fim. Permanece. 
Nós somos Amor de novo e depois e depois.


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Lei do Retorno,
Bumerangue,
Troca,
Doação,
a tal
RECIPROCIDADE.



São ingredientes que temperam  relações que há Amr.

A troca mútua é a ponte para encontros.
Não há como fugir do que somos e das ações que fazemos. 
Se queres bons frutos; plante boas sementes, rege, cuide todos os dias.

Alimente o coração de coisas que te transborde o bem.
Amor, afeto, carinho não podem ser mendigados.- São valiosos.

Não queira alguém por metade. Não queira alguém que te faça
correr, remar e não estar disposto ao mesmo.


Esforçar-se nem sempre é reconhecimento.

Reconhecimento é estar ali  quando se não espera.É surpresa.

Buscai-o amor,
mãos dadas/entrelaçadas.
 
Cada pessoa deve ser capaz de retribuir os sentimentos de amor e amizade em relação a outras pessoas, assim como deve ser capaz de demonstrar e retribuir essa amizade através de ações e não só de palavras.






domingo, 12 de junho de 2016

- AINDA É VÁLIDO







Não importa se o primeiro amor te doeu. Se a fez desmoronar do alto. Se ardeu quando disse um adeus. Se sufocou em palavras pesadas.
Ainda há tempo. Ainda é válido.

O amor ainda é a cura pra todo o mal. É remédio prescrito por qualquer ama(dor). Amor ainda é recomeço.
Das sensações  mais gostosas. Só de imaginar o frio que dá nas mãos. As borboletas no estômago. Respirar de um jeito ofegante quando se à vistam de longe.
A gente faz até (+) mais do que pode, só pra ver o outro bem. Banca até o ridículo, mas se não for pra pagar mico, não sera válido.
São pessoas diferentes que se encontram e que se perdem, as vezes por descuido, as vezes por ser melhor pra cada. Amor não é só pensar em si, e sim no bem estar da relação.
Amor não é posse. Não é premiação. Não é caridade.
Amor é privilégio. É reciprocidade, é sorte.

E ainda é o mais válido acerto. Mesmo não sendo um do outro, eles são tudo pra cada momento. 


Feliz dia dos que amam. E dos que irão se permitir. 



segunda-feira, 30 de maio de 2016

carta III






Carta III

(...)

Calma,
Respira, tudo ao seu tempo.
Não se preocupe, Coração tanto bate até que um dia fura.
Jorra uma cascata de culpas do passado. Será que realmente reabrem-se feridas antigas?

Sinceramente que isso passe longe. Pois não consigo imaginar aquelas dores voltando assim, anos depois.
Há não, aquele nó insiste em ser o primeiro sintoma. E quando o coração faz tremer até minhas pernas. Não sei lidar!
As noites vem para atormentar a mente, e pior que tudo faz sentido. Eu estou enterrada num lamaçal de magoas. Creio que todo meu passado está na primeira fila do espetáculo, batendo palmas pra minha inquietude amorosa. Alias, rindo de tudo que passo.

Até quando vai ser isso...




Carta II







CARTA II

(...)



É fascinante como esperança é renovador, é a ultima que morre. Mas não, não costumo pular capítulos antes de ler a introdução.
Folhei-o cada pagina dia-a-a-dia em busca de conhecer melhor o personagem. Tudo é devagar, com freio até que capítulos irão se ajustando e dando sentido ao primeiro lido.


Geralmente pulo dois capítulos, não sei, é mania. Acho que tenho vicio de por carro na frente dos bois...
Não idealizo finais felizes, mas fantasio vez em quando. Quem sabe um dia a sorte me sorri de volta.
Tô meio tonta ainda do pós término, mesmo que ele não acredite, tenho sonhado muito com passado. E pra falar a verdade não sei o que significa.
Bem que podia ser um presságio de algo bom novamente, custa nada cruzar os dedos.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

- Carta I







Quinze dias de Acaso;
Um mês antes da despedida
(...)

Carta I

- Eu sei que deveria agir de um modo diferente, mas entenda, é cedo demais. Ainda estou com coração vago, porem mais disposto do que a ultima vez.
Não sei, deve ser o modo como ele olha, a sinceridade como olha de fora pra dentro.
Fomos passados. Que não sabemos o porquê nos perdemos. Deve ter sido por causa daqueles blocos imensos da faculdade.
Hoje nos reencontramos de modo meio doído para ambos. Choramos a dores de outros amores.
Nisso, já se passaram mais de quinze dias de visitas, passeios, carinhos, de conversas longas.
Até a pior delas ser pronunciada, a da sua partida.
Já aprendi que o amor é pelo dia-a-dia, pela formas de ouvir, formas de cuidar mesmo estando longe.
Não, não estou banalizando o amor. Logo eu tão receosa.

E sim, é intenso como ventania em dia de temporal.
(...)






quinta-feira, 5 de maio de 2016

Tudo Efémero

O simples fato de ter sido: EfemeridadeA quem queremos enganar? 
De longe dava pra sentir o gosto da falta, da ausência e vazio que os dois faziam. Dias foram contados um-a-um, feriados estavam lá apenas para deixar mais encontros tardios.

A gente planta sementes para colher no futuro. Certo?- E quando as sementes não brotam? Ficam estagnadas, ali sem certezas, resta o retirar da terra, escavar até o fundo, trocar por novas.
NOVAS...

Renovar é sempre uma etapa digamos que "difícil", dependendo do ponto de vista. Mas se é relacionado a sentimento, isso nunca será um quesito fácil.
Renovar-se não é se desfazer de todos os seus sentimentos. É reciclar a alma, sacudir o pó daquilo que nos importa e que deixamos de priorizar. É deixar partir aquilo que não nos acrescenta (mesmo com dor) É acender a nossa luz . E abrir o coração para novas e boas histórias.

Um desconhecido apaixonante até que me cairia muitíssimo bem. Preciso renovar meu estoque de novos amores quase que urgentemente.

domingo, 1 de maio de 2016

- Despejos





Ah, ele e esses devaneios que insistem em nos balançar. Toda vez a ventania carrega consigo a paz que estava. - Engraçado. A gente tem mania de querer sossegar e acaba procurando sarda pra se coçar...Não, não tem jeito pra nós, mulher é um caso sério. 


Digamos que foi um momento "ruim", sabe aquela expressão "lugar certo, na hora errada". Certas coisas saem de nossa boca sem que percebamos a gravidade delas. Vacilo? Vacilo mesmo diria.
É coisa de mulher, nós não guardamos pra si. Não temos o botão de "cuidado aí mocinha". Daí, o que nos sobra é uma bomba de ARREPENDIMENTOS.
Mas pera aí...
E se fosse necessário ter dito aquilo mesmo? Ora, chega um momento que nós não aguentamos os nós, são inúmeros acúmulos de coisas que vivemos, que passamos juntos, será que não da pra levar em consideração ??

Dá sim, é exatamente o que devemos fazer.- Levar em consideração. Pense numa palavra bonita e forte essa.
Seja o que foi dito de grave, lembre a pessoa que você já engoliu muitos sapos e infelizmente despejou o que sufocava. Apenas. 

E sabe a melhor parte? 
Não se desespere.Procure amenizar o coração se doer, esfrie a mente...
Porque logo,logo as pazes virão.

E veio, né.







quinta-feira, 14 de abril de 2016

OK?


















Tente passar pelo que estou passando, Tente passar por esse meu novo engano. E vamos lá esquecer mais uma vez os planos.
De grau em grau a galinha morreu-se engasgada de tanta fadiga de espera.
Não dá! Definitivamente esperar não é algo prazeroso.

domingo, 10 de abril de 2016

- Des(Encontros)




Tum, Tum, Tum!!!
Foi esse repertorio que tocou dentro do peito, fez um barulho de arrastar multidão. Lá no fundo sabia que esse efeito era relevante.
Faíscas de saudade


É Mallu, aquelas paredes sentem a falta de todo o enrosco. Do lençol caído no chão frio, da música de quinta na programação. - Do sair às “escondidas” e às vistas dos vizinhos, que contradição.
Do sabor eloqüente de menta na saliva, do frescor de creme de barbear ainda na pele... Despenteada(mente) que não sentia tanta falta assim. E Mente pra si. Ah se toda mentira envolvesse braços e abraços desse tardio (des)romance. Que se iniciou sem play. Que apenas segue de acordo as ondas sonoras e categóricas do acaso.

De certa forma aqueles olhos sempre sabem o que cada um quer de verdade. Não pudera, já se conhecem do avesso. Entre tantos outros e anos de amiúdes, agora quase se separando pelo mesmo acaso que os trouxe pra perto. - Que desvanecimento, heim?

 Não importa muito, afinal alguns quilômetros será o tempero para próxima e quem sabe reencontro dos dois (novamente).
Até breve...


sábado, 16 de janeiro de 2016

- Passagem



                                      " ...Dá de lá bandeira qualquer, aponta pra fé e rema"




É Madrugada, o frio no pé descoberto desperta-às 1:46.  A lembrança de rumos partidos. Um adeus ou até breve.
Sereno começa, e lá de cima ele está mais perto das nuvens. Mas perto de Deus. E aqui embaixo, fica a saudade de dias não aproveitados. Dias não seus.
É amargo. E te sobra nós na garganta que água nenhuma faz descer. Sem despedidas, sem abraços, sem encontros, sem palavras...


O cheiro ainda está nos lençóis, na pele. - Indo Embora deixo-te um adeus.




quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Bela, A Fera!




Não tenhamos medo de nossos rostos!
Seja ele limpo, com espinhas, com manchas, com pelos, com sardas! Não tenhamos medo de ser mulheres.
Um rosto não pode ser rotulado. O belo as vezes nos remete a futilidade, que não somos capazes de elaborar ideias, conhecimentos e planos. "Quem o feio ama bonito lhe parece" já dizia o ditado.

Não somos só um rosto bonito. Sejamos mulheres que não dependam de machos para ir ao cinema, para pagar uma conta, comprar um preservativo, uma bebida alcoólica,   não mendigarmos presentes em troca de companhia. Pois no fim de tudo é isso que eles vão falar "Fiz isso, comprei aquilo ".

Sejamos Mulheres com rostos bonitos e com mente sabia para não se submeter  a esse tipinho de "homem". Tenhamos muque para sermos livres e escolhermos o cara ideal e que realmente queira conhecer o seu interior, e não só viva de capa e troféu para exibição.


As vantagens de ser invisível

Não é amor. Isso é auto-piedade. Zona de conforto. Defesa.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

- Bandido Amor


" Porque é tão errado e tão certo pelo que sentimos. "


Incrível como o errado nos parece certo.
O "amor" Bandido como conhecido, é um conto (nada de fadas) que poucos tem,
O Errado que nos faz mergulhar num oceano de luxuria, de sete pecados ficarem ingênuos entre os julgados.

O Errado deixa-nos de cabelos em pé! Arrepios são falas indiretas. O gosto acido e quente desce rasgando a garganta, cai como gelo na espinha. Treme a boca, treme as mãos. Câimbra percorrem as pernas. É uma "tortura" insana a espera da próxima vez.

Clama fervura no toque de pele, clama insanidade marota. Sarcasmo entre sorrisos de canto de boca. Da boca que geme, clama pela vitoria de suspiros profundos.
Bandido Amor, que ciúmes não podem ser expressos. Aceitação de ser "segunda" opção semanais, mas na primeira fila (do errado)de sempre. Sem argumentos, sem passos vigiados.
O Certo nos prende a monotonia do enlace calmo.Justo. Companheiro. Claro que isso é correto, mas é nesse conforto que nos desconfortamos com a mesmice do Amor singelo.Arrisque-sem.E Viva a Bandidagem .