sábado, 14 de maio de 2011

- Posso até me acustumar?



Sexta-feira, mais ou menos 19 hr.

Tirada do bolso e posta ao rosto. Eis que gotas escorrem pelos meandros da face.
A primeira ardeu ao te ouvir. A segunda a ver persistência. Já na terceira, restava-me aceitar seus ditos calada.
Um quarto vazio preferi. Com quatro paredes brancas, cor de paz. A paz que eu precisava para aquele momento tenso.
Um “toc-toc” soou no silencio do quarto. Podia ser uma desculpa, ou apenas um “foi mal”. Mas não foi nada perto, não disse nada com esse sentido.
Posso até me acostumar e deixar você ir fugir e fingir não se importar. Se a gente já não sabe mais, então meu bem, o que me resta é chorar...
 Mas eu sei que no fundo ela teve um arrependimento, porem, mas leve que seja.
Um abraço bastou, ele fez curar, a dor daquelas palavras irem embora.

[...]

Madrugada de Sábado.

O sonho não foi nada bom, fez a porcentagem de minhas poucas esperanças possíveis diminuírem.
E quando levanto, ainda tenho que ouvir negatividade de um certo ser.
O que ele me diz dói, dói  tanto que chego a perder o desequilíbrio.Perco as estribeiras e solto milhões de palavrões.Pensando assim, quem sabe sai toda a minha raiva.
Um, dói, três isolando na madeira.
Que toda negatividade seja deixada fora, longe...longe de tudo que pode dá certo, e creio que dará.




"
Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços... trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões... Não sou um livro aberto, mas também não tão fechado que você não consiga abrir, basta ter jeito, saber tocar as páginas, uma a uma, e descobrirá de que papel é feito cada uma delas.

                                                                     - Caio Fernando Abreu

Vai melhorar ...

Um comentário:

Jerlley disse...

Sabe que quando precisar. Sempre estou aqui, baixinha
Beijo.