Por um fio de cabelo que continua preso entre teus dedos e no travesseiro;
Pelo fio que liga interurbano, causando "saudade" do fervor de uma cama quente;
Por um fio de lã que aquece teu corpo naquele quarto de quinta de motel;
Por um fio que ata e não desata, mas que "maltrata" gostoso do jeito que um sado gosta;
Pela monotonia do fio do iôiô, que vai-volta, as vezes ate enrola e que cortasse seria o fim da "brincadeira".
Pelo o "fiu-fiu" dos teus olhos que percorrem as curvas dela até as pontas dos pés.
Pelo roçar dos lábios, e beijos roubados que
Pelos silêncios que antecipam o constrangimento de um beijo no canto da boca.
Pelos silêncios de um "chega mais perto" encurralados por uma parede fria,
Pelos silêncios de um "devora-me" com olhos dissimulados...
Pela respiração no pé do ouvido, ofegante e tensa, só de sentir a adrenalina correr nas veias.
Pelas mordidas involuntárias, que tremem estruturas e pilares fortes.
A cafajestagem ainda é algo que nos atrai, distrai e contrai doces deletérios!
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